


Região da Galiza quer juntar-se à Lusofonia
A região espanhola da Galiza quer fazer parte da Lusofonia e participar nos acordos sobre a língua portuguesa, através de uma academia que será formalizada no próximo ano.
A região espanhola da Galiza quer fazer parte da Lusofonia e participar nos acordos sobre a língua portuguesa, através de uma academia que será formalizada no próximo ano.
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O anúncio foi feito hoje, sábado, 06.10.2007, em Bragança no encerramento do VI Congresso da Lusofonia por um dos promotores da iniciativa, Ângelo Cristóvão, secretário da Associação Amizade Portugal/Galiza.
Este organismo está envolvido no projecto de criação da Academia Galega da Língua Portuguesa, que será apresentado segunda-feira na Universidade de Santiago de Compostela, na Galiza.
Aquele responsável lembrou que a Galiza já participou como convidada na discussão dos acordos ortográficos em 1986 e 1990, mas não de uma forma institucional e pretende agora dar continuidade a esse trabalho participando como observadores ou mesmo como representantes no Instituto Internacional de Língua Portuguesa e outros organismos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Segundo disse, a nova academia deverá ser oficializada no próximo ano e será constituída por 35 académicos, entre os quais pretende ver também alguns portugueses.
Nas relações entre Portugal e Espanha o académico português Malaca Casteleiro defendeu que a língua portuguesa pode ser a solução para o diferendo com quase dois séculos entre os dois países pela disputa do território de Olivença.
«Portugal devia era defender que tivessem dupla nacionalidade e disponibilizar o ensino da língua portuguesa no território», defendeu.
Neste congresso foi ainda entregue o primeiro prémio da Lusofonia, no valor de 1500 euros, instituído pela Câmara de Bragança, que apoia o evento.
Entre 93 trabalhos oriundos de Portugal, Brasil, Canadá e Espanha, o vencedor foi Pedro Baptista, de Coimbra, com um trabalho de poesia 'Nove Ciclos para um Poema', desenvolvido a partir de pequenos trechos de autores dos nove países da lusofonia.
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[ in Lusa / SOL (in www.sol.pt, edição on-line de 6-10-2007 ]
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Este organismo está envolvido no projecto de criação da Academia Galega da Língua Portuguesa, que será apresentado segunda-feira na Universidade de Santiago de Compostela, na Galiza.
Aquele responsável lembrou que a Galiza já participou como convidada na discussão dos acordos ortográficos em 1986 e 1990, mas não de uma forma institucional e pretende agora dar continuidade a esse trabalho participando como observadores ou mesmo como representantes no Instituto Internacional de Língua Portuguesa e outros organismos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Segundo disse, a nova academia deverá ser oficializada no próximo ano e será constituída por 35 académicos, entre os quais pretende ver também alguns portugueses.
Nas relações entre Portugal e Espanha o académico português Malaca Casteleiro defendeu que a língua portuguesa pode ser a solução para o diferendo com quase dois séculos entre os dois países pela disputa do território de Olivença.
«Portugal devia era defender que tivessem dupla nacionalidade e disponibilizar o ensino da língua portuguesa no território», defendeu.
Neste congresso foi ainda entregue o primeiro prémio da Lusofonia, no valor de 1500 euros, instituído pela Câmara de Bragança, que apoia o evento.
Entre 93 trabalhos oriundos de Portugal, Brasil, Canadá e Espanha, o vencedor foi Pedro Baptista, de Coimbra, com um trabalho de poesia 'Nove Ciclos para um Poema', desenvolvido a partir de pequenos trechos de autores dos nove países da lusofonia.
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[ in Lusa / SOL (in www.sol.pt, edição on-line de 6-10-2007 ]
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Comentário
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E, agora, perante esta decisão, cabe perguntar ao Nobel da Literatura, José Saramago, em que ficamos?...
José Saramago, na sua "nobel e douta" perspectiva pretende continuar a impor o que o Povo da Galiza acaba de rejeitar liminarmente ao pretender ser incluido na LUSOFONIA?
A decisão agora anunciada, só vem corroborar a minha posição assumida, neste espaço, em Julho passado, quando o Nobel da Literatura, José Saramago, defendeu publicamente a integração de Portugal na Espanha...
Na altura, segundo o artigo publicado, de minha autoria, afirmei e, hoje, reitero firmemente:
"Pela sua ideologia decorrente da miltância no "Internacional Comunismo", já há muito que sabíamos que o escritor português, José Saramago, Nobel da Literatura, anda em crise profunda com as origens e valores, quanto à sua nacionalidade - Portugal... Mas, daí, chegar ao ponto de avançar, publicamente, para a integração de Portugal na Espanha, não lembraria ao mais profundo demente!"
E não se pense que eu não sei distinguir a diferença entre a Galiza e a Catalunha...
José Saramago, na sua "nobel e douta" perspectiva pretende continuar a impor o que o Povo da Galiza acaba de rejeitar liminarmente ao pretender ser incluido na LUSOFONIA?
A decisão agora anunciada, só vem corroborar a minha posição assumida, neste espaço, em Julho passado, quando o Nobel da Literatura, José Saramago, defendeu publicamente a integração de Portugal na Espanha...
Na altura, segundo o artigo publicado, de minha autoria, afirmei e, hoje, reitero firmemente:
"Pela sua ideologia decorrente da miltância no "Internacional Comunismo", já há muito que sabíamos que o escritor português, José Saramago, Nobel da Literatura, anda em crise profunda com as origens e valores, quanto à sua nacionalidade - Portugal... Mas, daí, chegar ao ponto de avançar, publicamente, para a integração de Portugal na Espanha, não lembraria ao mais profundo demente!"
E não se pense que eu não sei distinguir a diferença entre a Galiza e a Catalunha...
Neste processo, quem será o verdadeiro demente?
O Nobel da Literatura, José Saramago?...
O Povo da Galiza?...
Que cada um tire as suas conclusões...
Pela minha parte, já, desde há muito, que tirei as minhas conclusões!
__________________________
Paulo M. A. Martins
Jornalista Luso-Brasileiro
Fortaleza (CE)
Brasil
O Nobel da Literatura, José Saramago?...
O Povo da Galiza?...
Que cada um tire as suas conclusões...
Pela minha parte, já, desde há muito, que tirei as minhas conclusões!
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Paulo M. A. Martins
Jornalista Luso-Brasileiro
Fortaleza (CE)
Brasil

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