De autor não identificado, mas bem intencionado..., porque me foi reencaminhado por E-mail, tomo a liberdade de reproduzir, na íntegra, o texto que, abaixo, deixo à vossa consideração.O seu conteúdo sugere-nos uma reflexão atenta, cuidada e séria, e, querendo comentar, o debate está aberto.
Seja Bem Vindo ao DEBATE!
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“O EMPOBRECIMENTO DA NAÇÃO...
Em 2003, dizia o Prof. Daniel Bessa, economista e ex-Ministro da Economia. Mais importante e preocupante que o défice orçamental é o déficie comercial. São 9% do PIB. O PIB há época era cerca de 140 Biliões de euros. 12.6 biliões de euros ano , o que significava que Portugal estava a empobrecer por ano aquele valor, e por tal Portugal tinha que inverter a situação e rápidamente tinha que estar a exportar mais de 25 a 30 milhões de euros por dia para diminuir o empobrecimento e equilibrar o défice externo.
NOS FINAIS DE 2007...
PORTUGAL tem um défice comercial de 12 % do PIB que agora são cerca de 160 biliões de euros (não tem porque tenha crescido 20 biliões mas porque a UE mudou as regras de cálculo o que fez aumentar o valor do PIB) o que equivale a 19,2 biliões de euros ano, o que quer dizer que Portugal está a empobrecer muito mais. O aumento do preço do petróleo contribui para aquele valor (6 biliões de euros foi quanto custou a Portugal o petróleo importado em 2007), mas não explica tudo, com o euro forte também não explicará tudo.
ESTAMOS CADA VEZ PIOR.
O PIB AUMENTA 1.8 % E O GOVERNO FAZ UM FOGUETÓRIO QUANDO A INFLAÇÃO FOI DE 2.8 %, O QUE SIGNIFICA QUE NÃO CRESCEMOS NADA, DIMINUIMOS SIM 1 %.
TRISTE SINA A NOSSA!
ENTÃO, O QUE FAZER ?
CAIR NA REAL, também os portugueses não querem. Medina Carreira anda a pregar no deserto há anos, e a única coisa que ganhou foi o título de "Profeta da desgraça". Enquanto dura pode ser que a gente se safe, que a crise nunca é para todos (um pensamento bem comum).
O governo tomar as medidas que tinha que tomar e ainda não tomou, como, por exemplo, reduzir a despesa com a função pública em 3% do PIB, quase 5 biliões de euros , e aplicar este dinheiro na redução do défice orçamental em investimento selectivo que tenha efeitos garantidamente multiplicadores, na promoção das exportações e na vinda de turistas para Portugal, como faz a Espanha!
Não toma, porque não consegue.
AS LEIS criadas pelos governos nos últimos 20 anos são um colete de forças, bem como as corporações e as associações que receberam e recebem dinheiro do Estado são fortíssimas e não deixam, como não deixam os donos do país, económicamente falando, (aprenderam pouco com o 25 de Abril e a tragédia que se seguiu) e não deixa quem trabalha nos ministérios com 200 000 funcionários a mais no mínimo, e que são, naturalmente, (porque têm que comer e dar de comer e fazer a família funcionar) grandes promotores da guerra passiva, e da obstaculização à mudança.
O governo começa a tocar a finados e alternativas também não se vislubram (o senhor de vila nova de gaia já mostrou que gerir o hipermercado não é o mesmo que gerir a mercearia).
Então, não há solução?
Bem... Agora e antes que seja tarde, precisamos de lucidez e que meia duzia de cabeças boas de homens impolutos que certamente os há em Portugal, com o apoio do Senhor Presidente da República, das Forças Armadas, da Igreja e dos chefes dos partidos, inclusivamente o do Partido Socialista e actual Primeiro-Ministro, (uma utopia, esta ideia) que arranjem uma saída que nos leve a sair desta letargia, deste afundamento contínuo, porque assim não vamos lá, nem para lá nem para sítio nenhum ...
Eu, que não me identifico, mas creio ser este o pensar de muitos portugueses, lanço o debate, porque as soluções, sinceramente, sei quais são...”
Autor não identificado,
mas bem intencionado...
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"Deus quer, o Homem sonha, a Obra nasce."
TRISTE SINA A NOSSA!
ENTÃO, O QUE FAZER ?
CAIR NA REAL, também os portugueses não querem. Medina Carreira anda a pregar no deserto há anos, e a única coisa que ganhou foi o título de "Profeta da desgraça". Enquanto dura pode ser que a gente se safe, que a crise nunca é para todos (um pensamento bem comum).
O governo tomar as medidas que tinha que tomar e ainda não tomou, como, por exemplo, reduzir a despesa com a função pública em 3% do PIB, quase 5 biliões de euros , e aplicar este dinheiro na redução do défice orçamental em investimento selectivo que tenha efeitos garantidamente multiplicadores, na promoção das exportações e na vinda de turistas para Portugal, como faz a Espanha!
Não toma, porque não consegue.
AS LEIS criadas pelos governos nos últimos 20 anos são um colete de forças, bem como as corporações e as associações que receberam e recebem dinheiro do Estado são fortíssimas e não deixam, como não deixam os donos do país, económicamente falando, (aprenderam pouco com o 25 de Abril e a tragédia que se seguiu) e não deixa quem trabalha nos ministérios com 200 000 funcionários a mais no mínimo, e que são, naturalmente, (porque têm que comer e dar de comer e fazer a família funcionar) grandes promotores da guerra passiva, e da obstaculização à mudança.
O governo começa a tocar a finados e alternativas também não se vislubram (o senhor de vila nova de gaia já mostrou que gerir o hipermercado não é o mesmo que gerir a mercearia).
Então, não há solução?
Bem... Agora e antes que seja tarde, precisamos de lucidez e que meia duzia de cabeças boas de homens impolutos que certamente os há em Portugal, com o apoio do Senhor Presidente da República, das Forças Armadas, da Igreja e dos chefes dos partidos, inclusivamente o do Partido Socialista e actual Primeiro-Ministro, (uma utopia, esta ideia) que arranjem uma saída que nos leve a sair desta letargia, deste afundamento contínuo, porque assim não vamos lá, nem para lá nem para sítio nenhum ...
Eu, que não me identifico, mas creio ser este o pensar de muitos portugueses, lanço o debate, porque as soluções, sinceramente, sei quais são...”
Autor não identificado,
mas bem intencionado...
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"Deus quer, o Homem sonha, a Obra nasce."
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Compilado por:
Paulo M. A. Martins
Jornalista luso-brasileiro
Fortaleza (CE)
Brasil
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Paulo M. A. Martins
Jornalista luso-brasileiro
Fortaleza (CE)
Brasil

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